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Esposa do Roberto, mãe do Jader, madrasta da Ana Luisa e da Maria Clara, especialista em Psicologia Positiva Aplicada, professora de Inteligência Emocional, graduada em Direito e graduanda em Psicologia, master coach e uma otimista inabalável dedicada a ajudar pessoas como você a criar a vida que você ama viver.

 

Família reconstituída: confira 4 dicas para liderar com sucesso

família reconstituída

Construir uma família reconstituída tem seus desafios. Principalmente para a madrasta, que precisa lidar e aceitar a nova função. A partir disso, é necessário desenvolver habilidades para contornar situações mais comuns nesse modelo familiar. Quando sabemos exatamente o que gera conflitos e o que fazer, os resultados acontecem.

Por isso, neste artigo compartilho tudo sobre esse tema, as principais dificuldades e soluções efetivas para você e todos os que convivem em seu lar. Quer desfrutar de momentos inesquecíveis de uma família reconstituída? Leia o artigo completo!

Família reconstituída: entenda o que é

Para que um grupo familiar seja considerado família reconstituída é necessário ter passado pelo processo de divórcio. Além disso, é preciso que um dos lados tenham tido filhos. Portanto, se observar ao redor, perceberá que existem inúmeros casais com uma nova família dessa natureza. Inclusive, existem diversos tipos de família reconstituída que pode ser formada por:

  • mãe ou pai viúvos;
  • pais divorciados onde apenas um dos cônjuges trazem os filhos;
  • pais separados onde ambos trazem filhos para a nova família;
  • pais separados onde ambos trazem seus filhos e também têm os filhos em comum.

Liderar uma família reconstituída: vantagens e desvantagens

família reconstituída

A família reconstituída apresenta vantagens e desvantagens. Mas qual situação da vida, não há os dois lados da moeda? Porém, podemos criar o hábito de valorizar diariamente os benefícios que essa relação proporciona. 

Em contrapartida, considere os aspectos negativos como oportunidade de crescimento. Porque os pontos negativos são aparentemente desvantajosos. Visto que, você sempre tem a opção de escolha, portanto com poder de transformar.

Por essa razão, nenhuma desvantagem deve ser considerada como permanente. Em outras palavras, uma família reconstituída tem grande chance de sucesso quando entendemos que temos a oportunidade de interferir e modificar. Por isso, não podemos considerar as características negativas como permanentes. Confira as 2 principais vantagens da família reconstituída.

Finanças

Os gastos são menores, porque a administração costuma ser mais organizada. A própria natureza do relacionamento leva o casal a definir com mais precisão, suas respectivas responsabilidades financeiras;

Desenvolvimento pessoal

Recasar é recomeçar e também, superar desafios. A partir desses novos estímulos, nos deparamos com a oportunidade de desenvolver habilidades pessoais para aprimorar os relacionamentos interpessoais. Consequentemente, impacta diretamente na relação com a família reconstituída. 

Assim sendo, existem habilidades como a paciência e respeito, que são propensas a intensificarem com a presença de novas pessoas no âmbito familiar. Com base nessa dinâmica, todos os envolvidos amadurecem juntos e fortalecem o vínculo entre eles;

Já em relação às desvantagens é comum o ciúmes entre filhos e enteados que disputam a atenção da mãe biológica. Por exemplo: quando a madrasta e o atual cônjuge tem uma filha pode despertar ciúmes entre elas. Se a enteada receber atenção também, a filha pode entender como ameaça. 

Outro ponto negativo é a dificuldade de adaptação ao novo convívio familiar, por parte das crianças menores. No caso de crianças maiores ou adolescentes, o problema surge no momento de aceitar a madrasta como figura de autoridade. Ou seja, receber orientações sobre as regras da casa e relacionadas à nova família pode gerar conflitos intensos. 

Por outro lado, os enteados e filhos também sofrem forte impacto com as mudanças repentinas em sua rotina. Decorrente da integração deles num outro contexto familiar, eles precisam se adaptar às regras, dinâmica, cultura e princípios em dose dupla

Além disso, participam de eventos sociais como aniversário, dia das crianças, Natal, Ano Novo, Páscoa, celebração familiar etc. nas duas famílias. Certamente, gera exaustão e sobrecarga para as crianças, que precisam se adaptar com mais velocidade, em curto espaço de tempo.

Por fim, um dos maiores problemas que causam estresse é a divergência de opinião, com o ex-cônjuge, em relação aos cuidados e a educação dos filhos. 

4 dicas de como liderar uma família reconstituída

A família reconstituída pode ser liderada de modo simples. Porque o segredo está na prática de novos hábitos. Embora pareça óbvio, nem sempre estamos cientes do que é preciso mudar e qual ação tomar. Então, com base nos principais problemas, mencionados até o momento, vou apresentar soluções que já podem ser aplicadas.

1. Dificuldade de aceitação dos filhos

Independente da idade, os filhos tendem a rejeitar a madrasta. Mas, para solucionar o problema é preciso entender como as crianças e adolescentes pensam e sentem a respeito. Por exemplo: crianças pequenas tendem a perceber como ameaça, ou o sentimento de lealdade com a mãe pode impedir a criação de laços com a madrasta.

Portanto, no caso da criança sentir-se ameaçada, demonstre segurança e ofereça amor para ela. Mostre que você não vai roubar a atenção do pai dela, nem tomar o lugar da mãe.  E quanto à lealdade é importante transmitir um clima amigável (e não de rivalidade) entre a madrasta e a mãe. Afinal, esse comportamento é fonte de segurança para ela sentir que pode amar outra pessoa sem carregar sentimento de culpa por essa afeição.

Quando lidamos com adolescentes, a situação tende a ser mais conflitante, porque é idade de formação de identidade. Então, eles tendem a se comportar com mais rebeldia como forma de manifestar sua independência. Portanto, aceitar regras de uma stepmama é inaceitável pelo jovem. Visto que nem a mãe biológica consegue driblar os filhos nessa fase. Então a solução é atuar como uma orientadora. 

Em outras palavras, não dê conselhos ou opiniões sem que eles peçam. Quando o enteado desabafar algum problema, não julgue, nem diga o que fazer. Mas, acolha, escute e apoie com orientações que não interfiram no livre arbítrio dele. 

Ou seja, nada de afirmações do que deve ser feito, críticas, correções e autoritarismo. Por fim, comporte-se de forma que os enteados entendam que você não é mãe deles, querendo substituí-la. Por exemplo: educar, corrigir etc. não é sua responsabilidade.

2. Dificuldade de seguir regras de convívio

As regras de convívio servem para manter o ambiente familiar saudável. No entanto, esse é um dos maiores desafios que uma madrasta enfrenta no início. Liderar uma família composta de filhos e enteados requer diálogo. Isto é, não basta editar regras. Mas é preciso entender que cada família tem sua dinâmica e deve ser respeitada. 

Por exemplo: entre em acordo com eles e veja o que há em comum que pode ser mantido. Além disso, é importante ceder alguns pontos e assim, é possível chegar numa nova regra familiar. O mesmo pode ser adotado para a relação com o ex-cônjuge, em relação à divergência de opiniões, e tomada de decisões , relacionadas aos cuidados com os filhos. 

3. Espaço de convívio no novo lar

A família reconstituída precisa definir espaços para acolher os enteados. No entanto, devem ser bem delimitados de modo que eles percebam que têm um lugar deles. Dessa maneira, proporciona-se sentimento de pertencimento, o que facilita no processo de inclusão.

Para isso, reserve espaços individuais dentro da casa. Mas caso não haja cômodo para todos delimite o lugar de cada um, de forma bem clara, dentro dos quartos. No entanto, mantenha similar a decoração, as medidas disponibilizadas para ocupar etc. 

4. Ciúmes entre filhos e enteados

família reconstituída

A solução é sempre o diálogo e um relacionamento sólido. Portanto, construir laços com seus filhos significa compreender seus sentimentos. Quando nos colocamos no lugar deles, entendemos suas necessidades reais e adotamos ações mais assertivas.

O ciúmes nada mais é do que a manifestação da insegurança. Portanto, é acompanhado pelo medo de alguma perda. Por exemplo: de ser menos amado que o enteado, de não ter atenção exclusiva, de ser substituído, de não ser tão bom quanto o outro etc.

Ao adotar todas essas soluções, não haverá como a estrutura de sua familiar abalar. Porque ao compreender que uma família reconstituída tem seu valor, o cenário muda. Além disso, nos obriga a sair da zona de conforto e amadurecer emocionalmente.

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