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Esposa do Roberto, mãe do Jader, madrasta da Ana Luisa e da Maria Clara, especialista em Psicologia Positiva Aplicada, professora de Inteligência Emocional, graduada em Direito e graduanda em Psicologia, master coach e uma otimista inabalável dedicada a ajudar pessoas como você a criar a vida que você ama viver.

 

O Dia das Mães para a madrasta

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O Dia das Mães pode ser um dia difícil para (algumas) madrastas. Especialmente para aquelas que, de todo o coração, entram em ação e cuidam de seus enteados como se fossem seus filhos.

Muitas madrastas se sentem desvalorizadas e totalmente magoadas quando seus enteados fazem tudo para sua mãe neste dia, sem o mais leve reconhecimento do papel que desempenham em suas vidas.

Certamente, é uma sensação terrível que pode realmente roubar o seu dia.

Então, hoje, quero falar sobre o porquê acho que você não deve se sentir assim e porque você deve fazer o possível para superar esses sentimentos naturais de ciúme e mágoa.

Cada pessoa tem uma percepção diferente a cerca de datas comerciais

A sua celebração do Dia das Mães (ou a falta dela) NÃO define o nível de amor e apreço que seus enteados têm por você. Não define seu relacionamento.

Existem muitas “mães de verdade” que se sentem tão mal quanto você no Dia das Mães. Portanto, isso não tem nada a ver com a dinâmica familiar do recasamento ou se você é ou não reconhecida.

Isso tem muito mais a ver com a percepção cultural da sua família a cerca dessa celebração. É como o Dia dos Namorados: algumas pessoas fazem tudo e outras nada. Têm pessoas que simplesmente não se ligam muito nessas datas comerciais.

Mas posso garantir que essas mulheres ainda são amadas, respeitadas e apreciadas por sua família.

Por exemplo: ontem, fomos todos ao shopping para comprar o presente da mãe das meninas. Eu sempre participo todo ano e isso me alegra muito.

E já fui com a intenção de comprar o meu também, afinal, conheço bem meu super fofo e super filho . “Comprou um presente para você?”, perguntou meu esposo. Respondi: “Eu não, você comprou. É meu dia”. Ai ele ficou rindo, falando que quem devia dar era o Jader (meu filho).

Eu também rindo, disse que ele era um verdadeiro ogro. Maria (minha enteada caçula) ao meu lado, sempre, só falava: “Credo, pai, tadinha da Fifi”. Mas eu estava é feliz com meu presentão em mãos.

Moral da história? Meu esposo não acha que deva celebrar nada comigo neste dia. “Você não é minha mãe”, ele diz. E eu só posso rir, nada mais. E como ele é pai das meninas, seria bem natural que elas sofressem influência dessa visão dele e adotassem o mesmo comportamento.

Mas a mãe delas é excepcional neste aspecto. Sempre comprou presente para as meninas me entregarem. O que eu acho de uma sensibilidade e gentileza raras. Caso eu não tivesse uma boa relação com a mãe delas, poderia ser bem diferente.

Mas com ou sem presente, eu sei que elas me adoram. E não celebrar a data de hoje comigo jamais mudaria esse fato. Sou mãe, tenho um filho que é super desligado, mas sei que me ama muito. Não teria como levar para o pessoal.

Homens não pensam como mulheres

Ano passado, na mesma data, a Aninha, minha enteada mais velha, disse ao pai: “Pai, o Dia das Mães não é só o dia da sua mãe. É o dia de todas as mães do mundo, e a Fifi é mãe também”.

Os homens não pensam como as mulheres nessas datas comemorativas. Na verdade, por experiência própria, alguns homens não “pensam demais” nas coisas.

Você conhece algum padrasto que fala abertamente sobre como gostaria que seus enteados os reconhecessem no Dia dos Pais? Eu nunca conheci nenhum… Eles simplesmente não estão conectados da mesma maneira que nós. Eles não levam essas coisas para o pessoal.

É Dia das Mães e ela é a mãe das crianças

Eu me tornei madrasta aos 16 anos. Mas mãe demorou um pouquinho. Já passei vários Dias das Mães somente como madrasta, e os últimos anos sendo mãe e madrasta.

Certamente, esse dia é mais fácil para a madrasta que é mãe também. Porque hoje é o Dia das Mães e não o Dia das Madrastas, certo? Então as madrastas que são mães sempre terão o que celebrar.

Mas e, você, madrasta que não é mamãe ainda? Bom, mesmo que você cuide como mãe, esse dia é dela. Afinal, ela é a mãe deles.

“Ah, Fiamma, mas a mãe é péssima”. Ainda assim é a mãe que eles têm e, portanto, deve ser honrada e respeitada porque deu a eles a vida.

Agora é importante ressaltar que honrar e respeitar a mãe não significa não apreciar e reconhecer os seus cuidados para com eles. Esses afetos não são excludentes e podem harmonizar perfeitamente juntos.

Para ser honesta, se eu não soubesse o que é ser uma madrasta, não sei se eu estivesse no lugar dela, estaria incentivando meu filho a comemorar este dia com a esposa do pai.

Não por despeito, mas por ignorância mesmo. Se você não vive a experiência, pode ser que isso nem passe pela sua cabeça. Assim, é bem provável que isso não seja algo pessoal.

Crianças são leais

Em muitas situações no contexto da família reconstituída, as crianças se sentem dilaceradas. Elas têm vínculos de lealdade e temem que, se celebrarem sua madrasta no Dia das Mães, possam ferir os sentimentos da sua mãe. E isso é o que nenhuma criança quer fazer.

A verdade é que pegar o telefone e ligar para a madrasta neste dia pode causar problemas para elas na casa da mãe. Portanto, mesmo que seja bom receber uma ligação e ouvir a voz deles, console-se em saber que eles não se colocaram em uma situação desconfortável ou até traumática.

Para finalizar

É bem provável que muitas madrastas discordem do que escrevi e está tudo bem. Também sei que existem várias situações que podem não se aplicar ao que foi descrito aqui. Afinal, cada dinâmica familiar é diferente.

Se você é uma madrasta cujo marido e enteados celebram você no Dia das Mães, acho isso incrível e estou muito feliz por você! Se você é uma madrasta cuja ex do super fofo faz questão de reconhecer o papel importante que você desempenha na vida dos filhos dela, isso é melhor ainda.

Mas se você é uma daquelas madrastas cujo telefone não toca, que fica sofrendo com todas as postagens do Dia das Mães em seu feed de notícias do Instagram ou Facebook, se sentindo desvalorizada, com ciúmes e um monte de emoções estranhas e desconfortáveis, escuta o que eu tenho a dizer:

O Dia das Mães não define a quantidade de amor e apreço que seu esposo e seus enteados têm por você.

E certamente não define quão incrível stepmama você é.

Tudo é uma questão de perspectiva. E, hoje, pode ser um dia muito apropriado para que você mude a direção do seu olhar e comece a se sentir feliz e grata pela vida que tem.

Feliz Dia das Mães, stepmama! De todo meu coração.

Já está conectada com milhares de madrastas no meu Instagram ou Facebook ? Por lá, trocamos experiencias diariamente. Faça parte você também!

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