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Esposa do Roberto, mãe do Jader, madrasta da Ana Luisa e da Maria Clara, especialista em Psicologia Positiva Aplicada, professora de Inteligência Emocional, graduada em Direito e graduanda em Psicologia, master coach e uma otimista inabalável dedicada a ajudar pessoas como você a criar a vida que você ama viver.

 

Conjugalidade: preserve a individualidade no recasamento

conjugalidade

Quando os enteados recusam aceitar a madrasta como figura de autoridade é momento de repensar a conjugalidade. Visto que a união de casais envolve uma série de fatores, como a parentalidade, que facilita na solução do problema. Em outras palavras, requer a necessidade de um relacionamento de muita parceira. 

Para isso é importante entender o que é conjugalidade e como blindar sua relação. Neste artigo você vai descobrir que é possível evitar imprevistos e proteger o casamento contra um segundo divórcio. Saiba que mesmo com a presença de filhos e enteados é possível viver a plenitude de uma família reconstituída. Confira o conteúdo completo!

Conjugalidade no recasamento: o que é?

Conjugalidade diz respeito a união entre cônjuges com o propósito de formar uma família e desenvolvê-la. Porém, mais do que isso é importante o autoconhecimento para traçar um bom planejamento e não colocar seu casamento numa cilada. Antes de mais nada, a conjugalidade é algo pessoal e singular que cada casal carrega consigo. Isto é, está diretamente associado à identidade e à intimidade. 

Portanto, não podemos comparar um recasamento com outro ou definir como uma união com baixo índice de sucesso. Mas também, não podemos criar a ilusão de uma casamento idealizado. Porque é comum as pessoas apostarem no segundo casamento como forma de compensar as mágoas passadas. Ou então, corrigir as falhas cometidas no relacionamento anterior.

Assim sendo, planejar um novo casamento de maneira inteligente, assertiva e programada para o sucesso, requer um levantamento. Em outras palavras, listar os principais conflitos vivenciados, traumas estabelecidos e motivo principal da última separação. 

A partir destas referências, podemos ir mais além. Ou seja, compreender as necessidades pessoais e individuais de cada um deles. Por exemplo: no primeiro casamento é comum as pessoas buscarem referências similares ao que se vivenciou na família de origem. Então, o modelo dos pais e experiências vivenciadas com eles podem se repetir de forma semelhante no casamento.

Então, ao trazer para o consciente todas essas informações, nos tornamos mais conscientes de quem somos, nossas necessidades, os motivos de cada busca conjugal e como quebrar ciclos negativos que se repetem. A seguir você vai entender quais são os pilares que dificultam qualquer recasamento.

Quais os 3 principais pilares que dificultam a conjugalidade?

A conjugalidade é como seu documento de registro. Ele é único, intransferível e insubstituível. Logo, não podemos fazer uma extensão dela para outro casamento. No entanto é preciso identificar, atribuir um novo significado, liberar o ex-cônjuge e todas as mágoas ou traumas aprisionados. 

Antes que considere impossível essa tarefa, saiba que centenas de mulheres passaram por situações semelhantes e superaram por meio de métodos especializados. Vou falar mais sobre isso na frente. Sem dúvida, é uma forma de garantir a proteção de seu casamento e novas experiências. Primeiramente, vou apresentar os pilares que prejudicam sua união. Veja a seguir.

1. Momento a dois deixado de lado

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Deixar de investir na conjugalidade é um dos principais pilares que contribuem para o término do casamento. Independente de ser o primeiro, segundo ou décimo relacionamento. Pois todo casal precisa construir uma identidade conjugal, que só é possível quando existe um espaço reservado na agenda. 

Em outras palavras, casais com filhos precisam ter um dia só deles, dialogar sobre dificuldades, apoiar um ao outro, elogiar, reconhecer, admirar, criar novas metas juntos, se divertir, solucionar problemas juntos etc.

2. Lidar com enteados

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Outra dificuldade mais frequente está em lidar com os enteados. Porque muito deles permanecem nos finais de semana, ocupam espaço do casal, dominam a atenção e prejudicam a dinâmica do casal quando as responsabilidades não são claramente definidas. 

Por exemplo: o cônjuge que carrega hábitos do último casamento, pode educar as filhas de forma diferente e protegê-las das regras impostas pela atual esposa. Em outros momentos, para evitar conflitos, o cônjuge foge da responsabilidade de educar. Assim sendo, agem no lugar das filhas. Por exemplo: se a regra da casa exige que cada uma lave seu copo, o cônjuge faz escondido por elas. 

Consequentemente, interfere no relacionamento entre todos. Portanto, o pilar anterior complementa esse, onde requer o companheirismo, compromisso e manutenção da saúde do recasamento.

3. Falta de Identidade familiar

Em 2013, o IBGE registrou no Brasil, um aumento de 23% na formalização de recasamentos. Isso sem considerar casos de união sem registros até o ano atual. A partir dessa realidade, podemos concluir que há necessidade do homem e da mulher de criar uma outra oportunidade de construir uma família. 

Entretanto, segundo Féres-Carneiro, Henriques e Travessos-Rodriguez, os casais costumam idealizar a conjugalidade. Quando percebemos, o recasamento se transformou em pesadelo. Porque os enteados não obedecem às regras da casa, não se encontra espaço para vivenciar um momento a dois, conforme menciona Kunrath e portanto, não há formação de uma identidade familiar.

A falta de identidade familiar gera confusão de papéis e responsabilidades de cada um. Consequentemente impacta negativamente na parentalidade. A partir disso, o conflito passa a prejudicar diretamente no relacionamento entre o casal. Principalmente, quando não há diálogo, porque o acúmulo de insatisfação se intensifica com o tempo. 

Procure um especialista

Nesse pilar, muitas mulheres precisam de ajuda de um especialista para acompanhar. Porque desenvolver a identidade conjugal exige autoconhecimento. Ou seja, antes disso é fundamental que a pessoa já tenha pelo menos, a sua própria identidade bem definida. Quando sabemos sobre nossas fraquezas, dificuldades, emoções nomeadas de modo pontual contribui para reduzir os atritos no casamento.

Sem dúvida, você já deve ter notado que algumas pessoas não reconhecem seus erros. Porque quando o inconsciente não está habituado a lidar diretamente com suas dores, ele simplesmente bloqueia esse acesso para você não gastar energia com aquilo que causa estresse. 

Quando exercitamos o desenvolvimento pessoal, por meio de técnicas de inteligência emocional, destravamos esses bloqueios. Ao mesmo tempo que você consegue lidar de frente com os conflitos e elaborá-los com impacto menor. Então, é como tirar as vendas dos olhos e enxergar com clareza nossas fraquezas, feridas e dores que precisam ser trabalhadas.

Consequentemente, o relacionamento melhora muito. Em outras palavras, precisamos de um espelho que reflita aquilo que não percebemos. Na maioria das vezes, o conflito acontece por conta do convívio com enteados e distribuição desequilibrada de responsabilidades. Por isso, a solução é o alinhamento do casal, mas sem o autoconhecimento essa parceria não acontece.

A nova conjugalidade é o resultado da dissociação do relacionamento anterior, junto com a prática do autoconhecimento, e compromisso do casal. 

Certamente, a inteligência emocional é uma solução que impacta e acelera no processo de transformação da conjugalidade. Gostou desse conteúdo?


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